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Terapia Ocupacional: Como ela é aplicada no tratamentos dos dependentes químicos?

Terapia Ocupacional: Como ela é aplicada no tratamentos dos dependentes químicos?

A Terapia Ocupacional é uma das principais estratégias utilizadas no tratamento de pessoas que estejam passando por dependência química. Associada a outras atividades físicas, tratamentos químicos e dinâmicas sociais, a Terapia Ocupacional faz a diferença para oferecer ao dependente químico uma recuperação mais rápida, eficiente e com menos riscos de recaídas. Neste texto você saberá como a Terapia Ocupacional é aplicada no tratamento de dependentes químicos. Confira!

Terapia Ocupacional é fundamental na recuperação

É comum que o público leigo pense que a T.O representa uma parte mais “light” ou recreativa, do rol de atividades que compreende o tratamento a pessoas com dependência química. Isso é um equívoco. Ela é tão importante quanto a medicação, os diálogos e atividades socioculturais.

A primeira etapa da Terapia Ocupacional para dependentes químicos é a anamnese, realizada pelo terapeuta junto ao paciente. Nesse momento, o fisioterapeuta terá contato com o passado e com as características do dependente. Dessa forma, cada plano de T.O é elaborado de acordo com as necessidades individuais do paciente. A adaptabilidade é um dos principais benefícios da Terapia Ocupacional.

Quando chegam às instituições de recuperação, os dependentes químicos costumam ser agressivos, receosos do novo ambiente e das relações que estão prestes a construir. A T.O ajuda a deixar os pacientes mais tranquilos e familiarizados, tanto com os colegas de tratamento, como com os profissionais da clínica. Por isso, desempenha papel crucial em todas as fases.

Após a recuperação, é recomendável que o paciente ainda continue realizando sessões de terapia ocupacional, a fim de diminuir os riscos de que ele tenha uma recaída e volte a consumir drogas/álcool.

A terapia é realizada por profissionais altamente capacitados

Para atuar na área da Terapia Ocupacional para dependentes químicos, o profissional deve estar devidamente habilitado e especializado por cursos reconhecidos pelo Conselho Regional de Fisioterapia e T.O (Crefito). Isso assegura a eficiência e a segurança do trabalho oferecido no estabelecimento.

A Terapia Ocupacional ajuda, de maneira ampla, o dependente químico a se livrar das drogas e/ou do álcool. Com os exercícios, o paciente passa a obter mais consciência corporal, disposição e postura para realizar quaisquer tipos de movimentos, disciplina e força de vontade para seguir o tratamento. Além disso, são necessários incentivos ao relacionamento saudável com outras pessoas, o que inclui os profissionais, familiares e colegas de tratamento.

 Os múltiplos impactos da Terapia Ocupacional

É comum que o terapeuta ocupacional não lide apenas com o dependente químico durante o tratamento, mas também promova diálogos com os familiares. Pois, quando há uma dependência química em algum membro da família, normalmente, todos os parentes também acabam sofrendo algum tipo de dano. Por isso, o diálogo com todos, também promovido através da Terapia Ocupacional, é de grande importância.

A T.O é muito útil para a prevenção, o tratamento e a recuperação do paciente. Ela ajuda na difícil tarefa que é fazer o dependente químico se acostumar a viver uma rotina sem a necessidade de substâncias psicoativas. Com disciplina corporal, diálogo, atenção e apoio profissional, se livrar dos vícios é uma saída possível.

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