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Importância da família no tratamento

Importância da família no tratamento O tratamento de dependentes químicos depende muito de cada caso, mas sempre há um ponto em comum: nunca é fácil para uma pessoa passar por ele. Abandonar o vício significa deixar para trás algo que se tornou o centro da vida do dependente durante um bom período de tempo. Não bastasse isso, ele ainda sente uma série de reações físicas e mentais, especialmente enquanto está sendo desintoxicado.

Muitos familiares acreditam que, ao colocar o dependente em uma boa clínica de recuperação, o seu papel já está encerrado. Pensam que a equipe de profissionais do local vai se encarregar de todo o resto e que o seu ente querido voltará para casa depois de um tempo sendo outra pessoa. Esse é um pensamento muito equivocado.

A verdade é que, sem o apoio da família, o trabalho dos profissionais se torna muito mais difícil e as chances de que o tratamento de reabilitação não seja bem sucedido aumentam muito.

O papel da família começa em aceitar o problema. Muitos pais têm dificuldades de admitir que o filho é um dependente químico que precisa de ajuda. Fecham os olhos até que a situação se agrave ainda mais, podendo acabar de forma trágica. Portanto, aí está o primeiro passo: olhar com sinceridade para a condição desse ente querido e buscar a ajuda adequada.

Depois disso, o trabalho da família continua: o dependente químico jamais pode se sentir abandonado em um momento que, naturalmente, já será tão delicado. Afinal, se ele pensar que foi “largado” em uma clínica, como se os familiares estivessem tentando se livrar dele, que estimulo vai ter para se esforçar durante os tratamentos?

O dependente precisa saber que há pessoas que o amam e um lar cheio de afeto de portas abertas para quando ele puder sair da clínica. É isso que vai deixá-lo com vontade de se superar a cada dia e de colaborar em todas as etapas do tratamento. É preciso que a família o visite nos momentos em que isso for permitido, que converse tanto sobre o cotidiano na clínica (sempre elogiando os progressos, por menores que eles pareçam), quanto sobre outros assuntos, como se estivessem conversando em casa ao redor da mesa de jantar.

Muitas vezes, a clínica solicita que a família também faça terapia, dependendo das motivações que foram identificadas para que o paciente tenha caído no mundo das drogas. Quando esse for o caso, é importante que pais, filhos, cônjuges ou quem for realmente participem.

O tratamento de reabilitação contra a dependência química não é dedicado somente ao dependente, mas sim a todos os que convivem com ele e que, de certa forma, também são afetados pelo vício.

Por isso, agora o nosso recado vai para aqueles que possuem um dependente de drogas na família: não sejam negligentes! Assumam a sua responsabilidade nessa luta e com certeza ela ficará mais leve para todos. Não abandonem alguém no momento em que mais precisa de apoio, carinho e compreensão. Sejam a motivação desse ente querido para mudar de vida para sempre!

 

 

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