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Filhos de fumantes têm mais chances de se tornarem dependentes

Filhos de fumantes têm mais chances de se tornarem dependentes?

O tabaco é um vício que atinge a cerca de 10% de toda a população nacional: são mais de 20 milhões de fumantes em todo o país. Como se sabe, o cigarro faz mal e causa dependência química, mas, mesmo assim, pessoas começam a fumar todos os dias. Os motivos para se começar são muitos, e alguns deles podem estar dentro de casa, como ter o pai ou a mãe fumante, por exemplo. Confira!

Pais fumantes, filhos submetidos ao vício
O hábito de fumar pode muito bem ser hereditário. Quando o pai, a mãe ou ambos fumam o filho pode ter a vontade ou a curiosidade de também experimentar aquele produto que seus pais consomem tantas vezes por dia. Aliás, é comum que em casas de famílias fumantes os jovens comecem a fumar cada vez mais cedo, antes mesmo de atingir a maioridade.

Ao ver os pais manuseando, tragando e consumindo o cigarro tantas vezes por dia, os filhos podem ter a sensação de que aquele produto é benéfico ou saboroso, sem imaginar que na verdade os pais são vítimas de uma dependência química de mais de 4 mil substâncias tóxicas, além de nicotina.

Em alguns lares os filhos pedem aos pais para experimentar os cigarros e são duramente repreendidos. Essa ação pode impedir que os filhos consumam cigarros, ou pode ter o efeito oposto: despertar ainda mais curiosidade e fazer com que eles experimentem o tabaco de forma escondida, não evitando a dependência química.

Em outros casos, pais irresponsáveis oferecem cigarros para que os filhos possam tragar, matando a curiosidade, mas podendo despertar vontade e vício.

Mesmo se os filhos não forem tão pequenos, pais ou mães fumantes facilitam o acesso do adolescente ou jovem ao cigarro. A proximidade com o fumo e seu aroma, além da acessibilidade ao maço fazem com que os filhos se tornem dependentes com mais facilidade.

Dependência química passiva
Não é apenas através do fumo em si que os filhos podem se tornar dependentes químicos do cigarro graças aos pais. É importante lembrar que o fumo no ambiente familiar também pode levar os filhos a sofrer com os efeitos passivos do cigarro, ou seja, de quem não fuma, mas que graças à proximidade com o fumante, também inala a fumaça e é prejudicada por suas substâncias.

Importante lembrar também que o cigarro é terrível para o bebê, antes ou depois do parto. Durante a gravidez, o consumo de tabaco pela mãe pode levar o feto a perder peso, ter problemas congênitos ou até mesmo abortar espontaneamente. Já nos primeiros meses de vida, o contato com a fumaça do cigarro pode trazer danos severos ao pulmão ainda não desenvolvido do bebê.

Por isso, a decisão ideal é a de que pais ou mães abandonem o vício o quanto antes for possível ao ter filhos. Cigarro e paternidade/maternidade não combinam. Conheça hoje mesmo o trabalho da Clinica Recuperando Vida, que oferece mais saúde e novas oportunidades a pessoas que querem abandonar a dependência química ou o alcoolismo.

 

Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de drogas. Entre em contato com a Instituição Grupo Recuperando Vida para conversarmos mais. Entre em Contatos: (19) 3427-1643

 

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