Quais doenças psiquiátricas a maconha pode causar?

Há uma grande polêmica em torno do uso de maconha, uma parte acredita não ter problemas no consumo, desejando inclusive a legalização aqui no Brasil, outra parte questiona os problemas que o uso constante possam acarretar. O primeiro grupo acredita que a droga é inofensiva, porém, há a possibilidade de desencadear uma série de doenças psiquiátricas.

O uso abusivo de maconha pode se transformar um problema de saúde pública, pois diferente do que uma parcela da população pensa, a erva em questão possui substâncias que causam dependência e o seu uso é considerado um vício.

Veja quais são as doenças psiquiátricas que são desencadeadas pelo uso excessivo de maconha.

Ansiedade

A ansiedade é caracterizada por uma grande agitação, além de um pânico constante. Infelizmente, é um dos quadros mais comuns que são desenvolvidos pelos usuários. Dentre os sintomas, estão também a disritmia cardíaca, tremores e a falta de ar, em casos mais graves. O uso da erva é um agravante para esses sintomas em uma enorme proporção, pois as substâncias potencializam os sintomas.

Depressão

Aos que já passaram por quadros de depressão, é uma péssima ideia associar ao uso de maconha. O doente apresenta um quadro incomum e constante de tristeza, o sentimento parte de origem biológica. O mau humor, cansaço e a falta de ânimo para atividades simples também são bastante comuns.

As pessoas com problemas sociais em geral são grandes pivôs das doenças que o uso excessivo de maconha traz. Principalmente em adolescentes, que por si só já possuem certa instabilidade emocional, são alvos fáceis.

Esquizofrenia

A esquizofrenia é uma doença psicótica, o sujeito que a possui apresenta uma enorme instabilidade psicológica, desorganização mental. Se há indícios de instabilidade física o sujeito tem muito mais chances de desenvolver esse tipo de quadro. Os sintomas são mania de perseguição, delírios e alucinações. Os surtos psicóticos são comuns e acontecem com frequência nessas situações.

TDAH

O TDAH, ou Transtorno de déficit de atenção com hiperatividade, como é denominado, é outra consequência do vício da erva. Nesse contexto, o paciente apresenta muita dificuldade em concentração, tem suscetivas perdas de memória recente, entre outros sintomas. A área do cérebro na qual está essa doença é a mesma região onde ficam localizados os vícios desse sujeito. Em razão desse fato, as duas doenças agem uma por influência da outra.

Síndrome de abstinência

A doença em volta do uso de maconha também está presente quando o sujeito está em estado de abstinência. Aos que apresentam algum dos diagnósticos que falamos anteriormente, o processo de desintoxicação é ainda mais complicado. O usuário nessa estado sente dificuldade para comer e por isso apresenta emagrecimento, tremores, insônia, irritação e agressividade.

A interação do uso de maconha e as vulnerabilidades psicológicas do sujeito é crucial para piora do seu quadro. Hoje, uma enorme parcela da população apresenta alguma desordem psiquiátrica, principalmente ansiedade em diferentes graus, por isso, o risco é abrangente.

Isso tudo é possível, por mais que as substâncias pareçam inofensivas e associem o uso aos momentos de recreação

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