O que fazer quando a internação de um dependente químico não funciona?

Quando A Internação de Dependente Químico Não Funciona, O Que Fazer?

A internação é o procedimento mais comum e indicado para tratar pacientes com dependência química. Isso porque dentro de uma clínica especializada, eles têm acesso a todo o atendimento necessário, profissionais capacitados e uma terapia multidisciplinar, com o intuito de tratar as diversas frentes da dependência. No entanto, existem casos em que esse método não funciona e as famílias se desesperam. Afinal, o que fazer?

Por que a internação pode não funcionar?

Imagine uma doença crônica qualquer, como um câncer, por exemplo. Provavelmente, você conhece pessoas que fizeram apenas uma cirurgia e ficaram curadas e outras que depois da operação precisaram de quimioterapia e outros tratamentos complementares, porque a intervenção cirúrgica não resolveu o problema.

O mesmo acontece com a dependência: cada caso é um caso. Cada paciente se tornou dependente por um contexto de vida diferente, usou drogas por mais ou menos tempo, tem um organismo próprio e uma série de outras características. Por isso, ele pode responder bem ao internamento ou não.

Soluções dentro da própria clínica

Em algumas situações, durante o tratamento, o paciente já dá sinais de que não está respondendo conforme o esperado. Quando isso acontece, os próprios profissionais conseguem observar e pensar em uma estratégia diferente. Ou então, se pouco depois de receber alta o dependente voltar a usar drogas, cabe à família procurar novamente a clínica e relatar o ocorrido, para que a abordagem seja outra.

Dependendo do caso, é possível tentar uma internação parcial, ou seja, o paciente passa o dia na clínica fazendo todos os tratamentos, mas pode voltar para casa à noite para dormir.

Outras opções de acompanhamento

Quando o internamento em clínica simplesmente não funciona, independente das tentativas de empregar outros métodos é o momento de procurar outras alternativas de acompanhamento desse paciente. O importante é não deixá-lo simplesmente susceptível ao vício.

Uma opção são os grupos de autoajuda, como os Alcoólicos Anônimos e os Narcóticos Anônimos, com reuniões periódicas. A ideia de ouvir as histórias de outras pessoas que enfrentam a mesma doença e participar de uma rede de apoio mútuo pode funcionar muito bem. A maior parte das cidades oferece essa possibilidade.

Outra opção é fazer sessões de psicoterapia, seja individual ou em família. Esse tratamento ajuda o dependente a compreender melhor a si mesmo e as causas que o levam ao vício, para ter maior controle sobre elas.

É possível ainda procurar um médico para fazer um tratamento à base de medicamentos, sempre com acompanhamento do profissional.

E esses tratamentos não precisam ser vistos de forma isolada, algumas vezes, combinar dois ou mais é a melhor estratégia para ajudar a pessoa a se libertar do vício.

Felizmente, a dependência química tem sido levada cada vez mais a sério como doença e, com isso, a gama de recursos para combatê-la é maior. Tanto o dependente quanto seus familiares e amigos próximos precisam ter em mente que a única opção que não existe é desistir! Existem todos esses e outros métodos que podem ser adotados para libertar alguém desse vício tão terrível.

 

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