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Entenda a diferença entre drogas lícitas e ilícitas

Entenda a diferença entre drogas lícitas e ilícitas

O consumo de drogas tem se tornado um problema cada vez mais recorrente em nossa sociedade, trazendo muitos problemas para o próprio indivíduo, sua família e o sistema de saúde, que cada vez mais precisa gastar recursos e energia na criação de estratégias para combater esse mal enraizado.

Muito se fala sobre drogas lícitas ou ilícitas, mas alguns discursos estão carregados de mitos, com informações pouco precisas. Por isso, abordaremos nesse texto algumas informações sobre as diferenças entre essas drogas, assim como os prejuízos que acarretam.

O que são drogas lícitas?

As drogas lícitas são aquelas cuja comercialização é permitida por lei. Mas nem por isso são menos prejudiciais do que as drogas lícitas: sua permissão contribui ainda mais para o seu consumo, já que seu acesso é facilitado e ainda são socialmente aceitas.

O consumo de drogas lícitas como o álcool e o cigarro é um problema ainda mais sério nos jovens, pois além dos problemas de saúde que podem causar em todas as pessoas, elas podem afetar seriamente o desenvolvimento cognitivo dos adolescentes, trazendo prejuízos como dificuldades de aprendizagem, atenção, memória, etc. É preocupante o fato de que os diversos ambientes frequentados por jovens estão repletos desse tipo de drogas.

Não é pelo fato de que as drogas lícitas são comercializadas livremente que podem ser consideradas menos danosas. Em cada indivíduo ela produzirá efeitos distintos, mas todas têm o potencial de causar dependência química e ocasionar riscos sérios à saúde.

O que são drogas ilícitas?

As drogas ilícitas são aquelas cuja comercialização é proibida por lei, como: Crack, cocaína, maconha, LSD, heroína, etc., também conhecidas como “drogas pesadas”.

Essa distinção entre drogas ilícitas e lícitas não quer dizer necessariamente que as ilícitas são “piores” em seus efeitos, já que todo tipo de droga (até mesmo aquelas de uso medicinal, usadas de modo inadequado) podem ocasionar danos ao indivíduo. Essas duas categorias servem como norteadores no que se refere à legislação do seu comércio.

Se quisermos categorizar as drogas por seus efeitos, poderíamos falar das drogas estimulantes (como crack, cocaína e ecstasy), drogas depressoras (tranquilizantes, álcool, lança-perfumes, etc.) e opiáceos (heroína, morfina, entre outros).

Prejuízos Orgânicos

Todas as drogas, lícitas ou ilícitas acarretam em algum tipo de prejuízo ao organismo em maior ou menor grau, de acordo com o nível de consumo. Segue alguns exemplos de doenças associadas a cada tipo de droga:

Álcool:

Causa danos a diversos órgãos, como coração, fígado e paredes do estômago. Dentre as inúmeras doenças, podemos citar cirrose hepática, gastrite e trombose.

Cigarro:

O tabagismo pode causar enfisema pulmonar, infarto, bronquite, impotência sexual e câncer de pulmão.

Maconha:

Bronquite, asma, baixa imunidade, ansiedade e depressão.

Cocaína:

Arritmia, distúrbios do sono, aumento da pressão arterial e doenças psiquiátricas.

Prejuízos Psíquicos e Sociais

O consumo dessas drogas também pode trazer prejuízos à vida cotidiana do sujeito, interferindo na sua rotina de trabalho e familiar e gerando diversos conflitos nesses ambientes.

Muito frequentemente o sujeito dependente se sente impotente diante do seu vício, sentindo-se incapaz e escravo de sua dependência. Salientamos aí a importância do apoio familiar na procura de ajuda profissional que possa auxiliar na reabilitação desse sujeito.

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Somos especializados no encaminhamento e tratamento de usuários de drogas. Entre em contato com a Instituição Grupo Recuperando Vida para conversarmos mais. Entre em Contatos: (19) 3427-1643

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