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Cinco experiências de sucesso contra o crack

O crack é uma das drogas mais letais do mundo por seu alto poder viciante e pela facilidade de acesso à substância. Estudos apontam que o crack, apesar de ser mais potente do que a cocaína, possui um efeito breve. Isso faz com que muitos usuários precisem repetir a dose, tornando-se viciados no que aparenta ser um caminho sem volta.

No entanto, é possível lutar contra essa droga e se livrar do vício. Confira agora cinco experiências contra o crack que foram bem sucedidas.

Portugal sem repressão

Na virada do século, Portugal lidava com um problema sem precedentes na sua história: uma avassaladora onda de heroína. Buscando caminhos alternativos, o país anunciou a descriminalização de toda e qualquer droga, uma medida radical e controversa para a população, que acreditava na repressão como única saída.

O programa fez com que usuários de drogas, entre elas o crack, fossem tratados como pessoas com problemas de saúde e não como uma ameaça à segurança. Hoje o país é reconhecido por seus méritos na queda do uso de drogas em todo seu território.

Gaúchos contra o crack

O ex-prefeito de Cachoeirinha (RS), Luiz Vicente da Cunha Pires, foi usuário de crack, viu seus negócios falirem e acabou preso em 1997. Após três anos na prisão, Cunha Pires resolveu lutar pela causa da recuperação de usuários de drogas.

Começou como voluntário, elegeu-se vereador e, por fim, alcançou a prefeitura da cidade gaúcha. Já no cargo máximo do executivo municipal, o prefeito inaugurou o primeiro programa terapêutico do país, que revelou resultados promissores.

No ano passado, essa experiência foi apresentada à Subcomissão Temporária de Políticas Sociais sobre Dependentes Químicos do Senado Federal, visando à aplicação nacional do programa.

O gosto do limão

Um projeto paulista chamado ONG Família Crack Zero já tratou vários dependentes ao longo de sete anos de existência. Uma das medidas do grupo ganhou destaque pela eficiência, quando acompanhada de auxílio, compreensão, paciência e outras ações indispensáveis. É a alternativa do limão.

O uso do limão limpa o paladar e tira o gosto de crack da boca, amenizando a abstinência causada pela droga. Usuários afirmam que, ao sentirem tremedeiras, vontade de chorar, nervosismo e outros sintomas, eles chupam um limão, tomam um café e em dez minutos se sentem melhor.

Estados Unidos e as Drugs Courts

Em meados dos anos 1980, Nova Iorque começava a lidar com o crack. A solução inicial foi o uso do confronto armado, mas, após um tempo sem alcançar resultados satisfatórios, o DEA (Drug Enforcement Administration) optou por uma abordagem policial sem violência, colocando agentes a pé nos bairros mais afetados pela droga.

Isso mudou o cotidiano das ruas, trouxe sensação de segurança e possibilitou as revitalizações dos bairros. Além disso, foram criadas as Drugs Courts, uma espécie de tribunal específico para casos de viciados em drogas, permitindo que viciados que cometessem crimes leves escolhessem ser internados ou presos.

Programa de braços abertos

Inspirado nos programas mencionados acima, esse projeto paulista visa à integração do usuário por meio da oferta de trabalho, moradia e alimentação. 88% dos usuários que participaram do programa afirmam ter diminuído o uso da droga ou participado de algum tratamento de saúde. Outros declaram ter reestabelecido contato com a família, uma redução de danos realmente efetiva.

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