Drogas: qual o limite entre o uso e a dependência

Drogas: qual o limite entre o uso e a dependência

Drogas: qual o limite entre o uso e a dependência qual o limite entre o uso e a dependência existe uma linha tênue que separa O uso ocasional de álcool e drogas do uso abuso e, consequentemente, da dependência de substâncias químicas. Confira neste artigo quais são os limites comportamentais que separam os usos moderados dos usos que requerem atenção. Boa leitura!

O uso recreativo

Definir o limite entre o uso ocasional e o abuso não é fácil. Existem pessoas que frequentemente exageram na dose, o que pode ocasionar brigas na família, faltas ao trabalho ou à escola/faculdade por causa de uma ressaca, entre outras dificuldades.

Teoricamente, faz uso social de drogas quem consome pequenas quantidades esporadicamente. Nem sempre essa pessoa se tornará viciada, pois isso depende de diversas variáveis genéticas, psicológicas e do ambiente em que ela vive. Porém, esse uso não pode ser considerado seguro.

Por exemplo, pense nas pessoas que você conhece que ficam alteradas com apenas duas latinhas de cerveja. Com que frequência elas fazem coisas e se arrependem depois ou colocam sua vida em risco dirigindo embriagadas? O álcool, apesar de não ser proibido, também é uma substância que vicia. Por isso, é um excelente exemplo sobre o risco das drogas.

Além disso, quem usa drogas ilegais, como a maconha, o crack, a cocaína, entre outros, precisa obter essas substâncias com traficantes, o que as coloca em ambientes de risco, o que por si só já é suficiente para defender a interrupção do consumo.

A dependência química

Não há como definir um ponto exato em que uma pessoa se vicia em drogas. Por isso, é indicado que, ao abandonar o uso, o usuário passe por uma avaliação psiquiátrica para saber se necessita de acompanhamento para não ter uma recaída.

Em geral, quem é dependente tem como prioridade usar a droga e deixa de lado trabalho, comemorações em família, interrompe relacionamentos amorosos, entre outros problemas. Quem faz uso contínuo e prolongado das substâncias também costuma desenvolver tolerância, ou seja, passa a precisar de quantidades cada vez maiores de droga para sentir o efeito.

Quando está sem usar a droga por um determinado espaço de tempo, que pode variar com o tipo de droga e o grau do vício, essa pessoa passa a sentir efeitos no corpo que são chamados de fissura, que é uma compulsão para o consumo da droga, para acabar com os sintomas da falta dela no corpo.

Além disso, esses usuários podem querer reduzir a quantidade e a frequência de uso das drogas, mas, em geral, essas tentativas são frustradas, independentemente da quantidade de problemas que ela está causando.

Qual o risco de desenvolver dependência?

Isso varia de uma droga para outra. A cocaína, o crack e o tabaco são exemplos de drogas que apresentam grande potencial de desenvolver dependência no usuário e, no caso o crack, isso pode acontecer em muito pouco tempo.

Porém não é apenas a característica da droga que leva a pessoa a ficar dependente. Existem outros fatores que também contribuem para o desenvolvimento da dependência. Geralmente, vários deles ocorrem ao mesmo tempo para o estabelecimento do quadro de dependência química.

Alguns destes fatores são a falta de projeto de vida, a baixa autoestima, as vantagens e de usar drogas, o desejo de pertencer a um grupo (grupos de fácil acesso), a falta de confiança em si mesmo, a situação familiar, fatores hereditários e predisposição ao uso, a quantidade usada, entre outros.

 

 

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