Quais os efeitos que o cigarro causa no pulmão?

Quais os efeitos que o cigarro causa no pulmão?

Quais os efeitos que o cigarro causa no pulmão?

Há muito tempo se conhece todos os males que o uso do cigarro pode causar. Campanhas e leis antitabagistas se alastraram pelo mundo na mesma velocidade em que a ciência foi descobrindo suas mazelas.

Ambientes compartilhados e fechados receberam placas proibindo o fumo, filmes e comerciais foram obrigados a diminuir a frequência de fumantes e embalagens de cigarros só puderam continuar a circular com rótulos de fumantes que foram prejudicados pelo uso excessivo dessa droga.

Contudo, uma boa parcela da população brasileira, cerca de 7 milhões, continua fumando. Para que esse número diminua ainda mais, preparamos esse artigo para mostrar quais os efeitos que o cigarro causa no pulmão, o órgão mais prejudicado pelo seu uso. Confira!

Câncer no pulmão

Só pela cor do pulmão se distingue um fumante de um não fumante. No entanto, esse não é o pior malefício que o uso do cigarro pode trazer: as consequências são ainda piores. Dentre os riscos, podemos citar o mais conhecido de todos: o câncer no pulmão.

Essa doença quebra os mecanismos celulares do pulmão, levando a um crescimento desenfreado de células malignas. Indo desde a traqueia até a periferia do pulmão, esse tipo de câncer é responsável por pelo menos 24.490 mortes em 2013, sendo 14.811 homens e 9.675 mulheres, segundo o SIM (Sistema de Informação sobre Mortalidade).

Já em 2018, as estimativas são de 31.270 novos casos de câncer no pulmão, sendo 18.740 homens e 12.530 mulheres, segundo o INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva). Segundo este mesmo instituto, 90% de todos esses casos são em decorrência do uso do cigarro. Ademais, dentro desses dados há alguns subtipos de câncer, cada qual com um efeito diferente.

O tipo mais frequente é o adenocarcinoma, que começa nas células que produzem o muco e evolui mais lentamente que os outros tipos de câncer. Esse tipo de câncer é responsável por cerca de 40% dos casos de câncer de pulmão. Há também os casos de carcinoma epidermoide, subtipo que começa nas células que revestem as vias aéreas no interior da parede pulmonar.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

A doença pulmonar obstrutiva crônica, ou DPOC, caracteriza-se pela obstrução da passagem de ar para os pulmões. A doença ocorre de maneira acentuada quando há um quadro persistente de enfisema pulmonar ou de bronquite.

Após instalada, além de interromper a respiração, prejudica a circulação de oxigênio na corrente sanguínea, provocando o surgimento repentino e incontrolado de inflamações por todo o corpo. Fraqueza, atividades cerebral, infarto, AVC e até mesmo doenças como a depressão são mais frequentes em pacientes com DPOC.

Os fumantes representam 2/3 dos casos de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, revelando que a principal causa dessa doença é o uso do cigarro. A doença não tem cura, apenas medidas de manutenção e controle que impedem que o pulmão pare de exercer suas funções básicas.

Além do mais, há as chamadas ”exacerbações agudas”, que são momentos de piora que, se não tratados imediatamente, podem ocasionar uma insuficiência respiratória e levar a casos mais graves da doença.

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