Por que o ecstasy é conhecido como a droga do amor?

Por que o ecstasy é conhecido como a droga do amor?

Por que o ecstasy é conhecido como a droga do amor?

O ecstasy, também conhecido como MDMA (sigla para metilenodioximetanfetamina), é uma droga sintética com propriedades psicoativas que é popularmente conhecida como “a droga do amor” – e, aqui, a palavra amor é usada no sentido sexual mesmo.

Chamar o ecstasy de “a droga do amor” não é à toa. Existem muitos motivos que levaram o ecstasy a ser conhecido como uma substância capaz de favorecer as interações sexuais, especialmente durante a sua popularização nos Estados Unidos na década de 1970.

Por isso, preparamos o artigo a seguir com um pouco sobre a história do ecstasy e como essa droga (que está mais difundida do que nunca) ficou conhecida como a pílula do amor.

O que é o ecstasy?

Resumidamente, podemos dizer que o ecstasy é uma substância psicoativa sintética, criada para aumentar a percepção dos sentidos e que causa dependência. Atualmente, é a 3ª droga mais consumida do mundo, segundo o Relatório Mundial Sobre Drogas da Organização das Nações Unidas, perdendo apenas para a maconha e a cocaína. Na verdade, essa posição é ocupada por todos os tipos de MDMA – é isso mesmo, não existe só um tipo de ecstasy.

Por não ser uma substância regulamentada, o ecstasy assume muitas fórmulas diferentes e a maioria não tem quase nada do MDMA orginalmente criado pela farmacêutica alemã Merck, em 1914. Por isso, cada produtor cria a sua própria fórmula, que pode conter combinações letais que incluem heroína, anfetaminas, vermífugo para cães, veneno de rato e até aditivos agrícolas. Isso faz com que consumir o ecstasy seja perigoso.

Assim, o ecstasy é um conjunto abrangente de fórmulas em comprimidos de diversas cores e formatos, o que torna muito difícil saber o que exatamente consome um usuário de ecstasy.

A droga do amor

O efeito do MDMA originalmente comercializado durante as décadas de 1970 e 1980 era o de uma droga psicoativa alucinógena, o que provocava sensações muito intensas de alteração dos sentidos e alucinações.

A experiência de interagir com outras pessoas sob o efeito do ecstasy pode provocar um exagero na percepção dos sentidos, como tato, olfato e paladar, além de um aumento considerável na libido. Esse é o fator mais importante para que o ecstasy seja conhecido como “a droga do amor”, mas existem outros.

O consumo do MDMA também provoca aumento na temperatura corporal e uma descarga do neurotransmissor serotonina, que traz uma sensação forte de prazer prolongado e euforia intensa.

Apesar de realmente aumentar o desejo sexual, o uso de ecstasy pode comprometer o desempenho, uma vez que está ligado a casos de impotência nos homens e secura vaginal nas mulheres. Isso acontece devido ao aumento da temperatura corporal e consequente desidratação.

Então, mesmo que as sensações e o desejo sejam intensificados pelo consumo do ecstasy, é impossível saber como “a droga do amor” pode afetar o desempenho sexual – sem falar nos problemas cardíacos, ansiedade, paranoia, convulsões e contraturas musculares que podem decorrer do uso recreativo da droga.

Além do mais, como dissemos anteriormente, é impossível saber o que tem no comprimido, então é possível que aconteçam muitos outros efeitos adversos, inclusive a morte do usuário.

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